terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ozônio

O  ozônio ou ozônio  é um alótropo triatômico (O3) do oxigênio muito menos estável que o diatômico O2. É uma molécula composta por três átomos de oxigênio. Forma-se quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem devido à radiação ultravioleta, e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio.

Utilização Comercial
Na indústria, o ozônio é utilizado em misturas com outros gases devido à sua poderosa capacidade como agente oxidante, sobretudo na transformação de alcenos em aldeídoscetonas ou ácidos carboxílicos.
Também é um poderoso germicida, empregado em engenharia sanitária para a desinfecção da água potável e na remoção de sabores e odores indesejáveis. Também serve como agente branqueador para compostos orgânicos.
Ozônio como poluente
Curiosamente o ozônio presente na troposfera é um perigoso poluente que além de provocar problemas respiratórios e o smog (nevoeiro fotoquímico), também degrada tecidos e danifica plantas. O que contrasta com o papel protetor que geralmente é atribuído ao Ozônio estratosférico. O ozônio é um poluente secundário, tendo como reagentes principais para sua formação: o óxido nítrico e compostos orgânicos voláteis.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Soluções

Nos EUA, muitas usinas de energia que queimam carvão usam o sistema de dessulfuração de gás de fumeiro (FGD) para retirar os gases contendo enxofre de suas chaminés. Um exemplo de FGD é o depurador molhado que geralmente é usado nos EUA e em muitos outros países. Um depurador molhado é basicamente uma torre de reacção equipada com um ventilador que extrai a fumaça de gases quentes da chaminé de uma usina de energia. O calcário ou a pedra calcária em forma de slurry também é injectada na torre para se misturar com os gases da pilha e combinar-se com o dióxido de enxofre presente. O carbonato de cálcio da pedra calcária produz sulfato de cálcio de pH neutro, que é fisicamente retirado do depurador. Ou seja, o depurador transforma a poluição de enxofre em sulfatos industriais.
Em algumas áreas os sulfatos são vendidos a companhias químicas como gesso quando a pureza de sulfato de cálcio é alta. Em outros, eles são colocados num aterro.
Algumas pessoas opõem-se à regulação da geração de energia, acreditando que essa geração de energia e poluição necessitam de caminhar juntas. Isto é falso. Um reactor nuclear gera menos que um milionésimo do lixo tóxico (medido por efeito biológico líquido) por watt gerado, quando os dejectos de ambas as instalações de geração de energia são adequadamente comparados (os Estados Unidos proíbem a reciclagem nuclear, de modo que esse país produz mais lixo que outros países).
Um esquema regulador mais benigno envolve a negociação de emissões. Por este esquema, a cada planta poluidora actual é concedida uma licença de emissões que se torna parte do capital da empresa. Os operadores então podem instalar equipamentos de controlo da poluição e vender partes das suas licenças de emissões. O principal efeito deste procedimento é oferecer incentivos económicos reais para os operadores instalarem controles de poluição. Desde que grupos de interesse público possam aposentar as licenças por compra, o resultado líquido é um decréscimo contínuo e um menor conjunto de fontes poluidoras. Ao mesmo tempo, nenhum operador particular jamais será forçado a gastar dinheiro sem retorno do valor de venda comercial dos activos. Entre essas coisas citamos mais algumas que também ajudam: Conservar energia, Transporte colectivo, Utilização do metrô, Utilizar fontes de energia menos poluentes, Purificação dos escapamentos dos veículos, Utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.

    Regiões mais afetadas

    As regiões particularmente afectadas pela precipitação ácida incluem a maior parte da Europa, particularmente a Escandinávia, onde muitos dos lagos estão tão acidificados que já não têm peixes e com extensas áreas florestais fortemente danificadas, grande parte do nordeste dos Estados Unidos da América e do sueste do Canadá. Outras regiões afectadas são sueste da China e Taiwan.
    Regiões potencialmente afectadas nas próximas décadas incluem o sul da Ásia (Indonésia, Malásia e Tailândia), a África do Sul, o subcontinente indiano e o Sri Lanka e partes da África Ocidental (países como o Gana, Togo e Nigéria).
    A natureza transfronteiriça da poluição atmosférica leva a que poluição atmosférica cuja origem física está total ou parcialmente compreendida numa zona submetida à jurisdição nacional de um Estado produza os seus efeitos nocivos numa zona submetida à jurisdição de um outro Estado, mas a uma distância tal que não é possível distinguir as contribuições de fontes emissoras individuais ou de grupos de fontes. Esses efeitos transfronteiriços levaram à assinatura de diversos acordos e tratados internacionais tendo como objecto o controlo da poluição do ar e em particular as emissões que levam à acidificação da precipitação. Entre esses instrumentos tem particular importância a Convenção sobre a Poluição Atmosférica Transfronteiriça a Longa Distância, da qual Portugal é signatário. Aquela Convenção tem Protocolos adicionais sobre o controlo das emissões atmosféricas de óxidos de enxofre e de azoto e sobre a acidificação e a eutrofização das massas de água interiores.

    Efeitos sobre a saúde humana

    Estudos epidemiológicos sugerem uma ligação directa entre a acidez atmosférica e a saúde das populações, sendo os iões tóxicos libertados devido à precipitação ácida a maior ameaça.
    O cobre mobilizado foi implicado nas epidemias de diarreia em crianças jovens e acredita-se que existem ligações entre o abastecimento de água contaminado com alumínio e o aumento da ocorrência de casos da doença de Alzheimer.
    Estudos demonstraram que partículas finas em suspensão no ar, uma grande parte das quais são formadas por sais dos ácidos formados na precipitação ácida (sulfatos e nitratos), estão correlacionadas com o aumento da morbilidade das pessoas e a morte prematura em resultado de doenças como o cancro.

    Efeitos da precipitação ácida

     Efeito da precipitação ácida numa estátua em calcário. Estudos ecotoxicológicos demonstraram que a precipitação ácida tem impactes adversos sobre as florestas, as massas de água doce e os solos, matando plâncton, insectos, peixes e anfíbios. Também demonstraram efeitos negativos sobre a saúde humana. Para além disso, a precipitação ácida aumenta a corrosividade da atmosfera, causando danos em edifícios e outras estruturas e equipamentos expostos ao ar.


    Diagrama mostrando a tolerância à acidez de várias espécies dulçaquícolas. Por exemplo, a rã comum é mais tolerante à acidez do que a truta.

     Efeitos da precipitação ácida sobre uma floresta de picea (Erzgebirge, Alemanha).

    História da chuva ácida

    As emissões de dióxido de enxofre e de óxidos de azoto têm crescido quase continuamente desde o início da Revolução Industrial. Robert Angus Smith, num estudo realizado em Manchester, Inglaterra, fez em 1852 a primeira demonstração da relação entre a acidez da chuva e a poluição industrial,cunhando em 1872 a designação chuva ácida.
    Apesar da relação entre precipitação ácida e poluição do ar ter sido descoberta em 1852, o seu estudo científico sistemático apenas se iniciou nos finais da década de 1960. Harold Harvey, professor de Ecologia na Universidade de Toronto, publicou em 1972 um dos primeiros trabalhos sobre um lago "morto" em resultado da acidificação das suas águas pela deposição ácida, trazendo a questão da chuva ácida para a ribalta da política ambiental.
    O interesse público pelos efeitos da chuva ácida iniciou-se na década de 1970, a partir dos Estados Unidos da América, quando o New York Times publicou os resultados obtidos em estudos feitos na Hubbard Brook Experimental Forest (HBES), em New Hampshire, que demonstravam os múltiplos danos ambientais que a acidez da precipitação estava a causar.
    Ao longo das últimas décadas têm sido reportadas leituras de pH na água de gotas de chuva e em gotículas de nevoeiro, colhidas em regiões industrializadas, com valores inferiores a 2,4 (a mesma acidez do vinagre).
    A precipitação ácida com origem industrial é um sério problema em países onde se queimam carvões ricos em enxofre para gerar calor e electricidade, como a China e a Rússia. Embora com outras origens, com destaque para o tráfego automóvel, o problema afecta vastas regiões da Europa e da América do Norte.
    O problema da precipitação ácida tem crescido com o aumento da população e com a industrialização, abrangendo áreas crescentes do planeta, com destaque para a Índia e o sueste asiático. O uso de altas chaminés industriais para dispersar os gases emitidos tem contribuído para aumentar as áreas afectadas, já que os poluentes são injectados na circulação atmosférica regional, atingindo vastas áreas a sotavento do ponto de emissão. Em resultado, é comum a deposição ocorrer a considerável distância do ponto de emissão, com as regiões montanhosas a receberem a maior parte da acidez precipitada (simplesmente por serem áreas de maior precipitação devido às chuvas de montanha). Um exemplo destes efeitos é a grande acidez da precipitação na Escandinávia quando comparada com as emissões relativamente baixas ali produzidas.

    Chuva ácida

    A chuva ácida, ou com mais propriedade deposição ácida, é a designação dada à chuva, ou qualquer outra forma de precipitação atmosférica, cuja acidez seja substancialmente maior do que a resultante da dissociação do dióxido de carbono (CO2) atmosférico dissolvido na água precipitada. A principal causa daquela acidificação é a presença na atmosfera terrestre de gases e partículas ricos em enxofre e azoto reactivo cuja hidrólise no meio atmosférico produz ácidos fortes. Assumem particular importância os compostos azotados (NOx) gerados pelas altas temperaturas de queima dos combustíveis fósseis e os compostos de enxofre (SOx) produzidos pela oxidação das impurezas sulfurosas existentes na maior parte dos carvões e petróleos. Os efeitos ambientais da precipitação ácida levaram à adopção, pela generalidade dos países, de medidas legais restritivas da queima de combustíveis ricos em enxofre e obrigando à adopção de tecnologias de redução das emissões de azoto reactivo para a atmosfera.
    Causas e consequências da precipitação ácida:
    Na ausência de qualquer contaminante atmosférico, a água precipitada pela chuva é levemente ácida, sendo de esperar um pH de aproximadamente 5,2 a 20 ºC, valor inferior ao que resultaria se a solução ocorresse em água destilada (pH = 5,6) devido à presença de outros compostos na atmosfera terrestre não poluída. Essa acidez natural, apesar de localmente poder ser influenciada pela presença de compostos orgânicos voláteis e de óxidos de azoto gerados por trovoadas, resulta essencialmente da dissociação do dióxido de carbono atmosférico dissolvido na água, formando um ácido fraco, conhecido como ácido carbónico, segundo a reacção:


    CO2 (g) + H2O (l) H2CO3 (aq)
    O ácido carbónico sofre ionização em solução aquosa, formando baixas concentração acidificantes de iões hidrónio:
    2H2O (l) + H2CO3 (aq) CO32- (aq) + 2H3O+(aq)
    A ionização acima referida ocorre tanto nas gotículas de água atmosférica, na água existente na superfície de gelos ou cristais de neve e ainda no orvalho e na água adsorvida em partículas sólidas em suspensão no ar. É devido a essa multiplicidade de vias de formação que o termo chuva ácida, apesar de muito difundido, deve ser preferencialmente substituído por deposição ácida, já que a acidificação da precipitação, com todas as consequências ambientais resultantes, pode ocorrer na ausência de chuva.
    Em resultado dessa acidez natural, o limite para se considerar a precipitação como ácida é em geral um pH inferior a 4,5 (a 20 °C), o que corresponde a precipitação que contém concentrações mensuráveis de um ou mais ácidos fortes e que pela sua acidez causa comprovados efeitos negativos sobre as plantas, os organismos vivos aquáticos e as estruturas construídas e equipamentos com os quais entre em contacto.

    Origem da acidez acrescida:

    A acidez acrescida que está na origem da precipitação ácida resulta na sua maior parte da interacção dos componentes naturais da atmosfera terrestre com poluentes primários, entre os quais avultam os óxidos de azoto e os óxidos de enxofre, os quais reagem com a água atmosférica para formar ácidos fortes como sejam o ácido sulfúrico e o ácido nítrico. A principal fonte desses poluente primários é a queima de combustíveis fósseis para produção de energia térmica, energia eléctrica e para a propulsão de veículos.
    Embora existam processos naturais que contribuem para a acidificação da precipitação, com destaque para os gases lançados na atmosfera pelos vulcões e os gerados pelos processos biológicos que ocorrem nos solos, pântanos e oceanos, as fontes antrópicas, isto é resultantes da acção humana, são claramente dominantes. A prova dessa predominância foi obtida pela determinação da diferença entre a acidez da precipitação nas zonas industrializadas e em partes remotas do globo, pela comparação da acidez actual com o registo deixado pela captura da precipitação no gelo dos glaciares ao longo de milhões de anos e pelo registo deixado nos fundos de lagos e oceanos pela deposição de restos orgânicos indiciadores das condições de acidez prevalecentes.
    A análise das camadas de gelo depositadas em glaciares e nas calotas polares mostram uma rápida diminuição do pH da precipitação a partir do início da Revolução Industrial, passando em média de 5,6 para 4,5 ou mesmo 4,0 nalgumas regiões, mostrando um forte acidificação. Igual conclusão é retirada da análise da prevalência de espécies de diatomáceas em camadas de sedimento recolhidos do fundo de lagos, confirmando a correlação entre a industrialização e a diminuição do pH da precipitação.
    As principais fontes humanas dos gases poluentes primários são as indústrias, as centrais termoelétricas e os veículos de transporte motorizado. Os gases libertados podem ser transportados na circulação atmosférica por muitos milhares de quilómetros antes de reagirem com gotículas de água, originando então os compostos que acidificam a precipitação.
    A sua natureza transfronteiriça, já que a circulação atmosférica dispersa os efeitos ao longo de grandes áreas da Terra, leva a que também afecte as regiões sitas a jusante do seu ponto de emissão no sistema de circulação atmosférica, levando a que áreas onde as emissões não são significativas possam ser severamente prejudicadas pela precipitação de poluentes gerados a montante.

    Camada de Ozônio

    É uma camada de gás que envolve a Terra, protegendo-a, por exemplo, de radiações que podem causar prejuízos ao ser humano, como a ultravioleta, que um veículo para a ocorrência do câncer de pele.
    Ozônio
    É um gás instável, é uma forma alotrópica (fenômeno em que um elemento químico pode gerar substâncias mais simples) do oxigênio constituída por três átomos por três átomos unidos por ligações simples e duplas. É um agente oxidante muito poderoso, a presença exarcebada, pode gerar um elemento tóxico que destrói proteínas e prejudica o crescimento dos vegetais, quando atinge o estado líquido adquiri uma propriedade explosiva.
    Buraco na camada de ozônio
    Em 1930 surgiu um gás, com finalidade industrial, chamado CFC (clorofluorcarbono). Nas primeiras décadas de uso, não foi detectada nenhuma reação ofensiva para o meio ambiente, mas por volta de 1970, estudos apontaram uma redução na camada de ozônio, na região da Antártica, de 60%. O gás CFC expelido para a atmosfera sobe para as camadas mais elevadas, onde são submetidas às ações dos raios ultravioletas, que ocorre da seguinte forma: o CFC se fragmenta, o cloro começa a interagir com o ozônio e a partir desse processo ocasiona a quebra desse tipo de molécula e consequentemente destrói a camada de ozônio. A diminuição na quantidade de ozônio leva ao aumento da entrada de raios ultravioleta na superfície terrestre.
    Protocolo de Montreal
    Em 1987, grandes economias se reuniram em Montreal, no Canadá, com o intuito de estipular metas de redução do CFC, e posteriormente, deixar de usá-lo por completo.

    sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

    Inversão Térmica

    Nas camadas inferiores da troposfera, o ar resfria-se de baixo para cima, ou seja, quanto maior altitude, menor a temperatura. À medida que a superfície da terra é aquecida pela energia solar, o ar também é aquecido, torna-se mais leve e sobe. Quando existem poluentes no ar próximo à superfície, eles são dispersados com o ar mais quente.
    No entanto, eventualmente, como no caso da passagem de ma frente fria, pode acontecer um rápido resfriamento da superfície e, consequentemente, das camadas de ar mais baixas. Nessa situação, teremos uma camada de ar resfriada repentinamente abaixo de outra mais quente. É a inversão térmica: o ar mais frio e pesado da camada inferior acaba impedindo a dispersão dos poluentes, que passam a se encontrar próximo a superfície, podendo causar intoxicações na população. 
    Santiago do Chile, por exemplo, é uma das cidades que ocorre a inversão térmica, localiza-se entre a Cordilheira dos Andes e diversas serras, o que dificulta a circulação do ar e, consequentemente, a dispersão dos poluentes. 

    sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

    Aquecimento Global

    O aquecimento global é um problema ambiental que afeta o mundo todo, como já diz o nome esse problema aquece o planeta Terra, esse aquecimento tem um lado muito negativo para o meio ambiente e inclusive para os seres humanos. Um dos problemas que ocorrem com aquecimento global é o derretimento das calotas polares, a diminuição do gelo também acaba com o habitat natural de animais polares, além disso, o nível do mar aumenta, e esse aumento muda o ecossistema marinho e a água pode invadir em suas proximidades diversas ilhas. O resultado disso tudo é a mudança climática brusca como a Europa, por exemplo, tem sofrido ondas intensas de calor com o nível de temperatura que chega a 40°, isso causa um impacto gigantesco em todo o mundo, o ecossistema não pode ser afetado porque dependemos dele para a sobrevivência e quando ele sofre algum dado causa total desequilíbrio em todo o mundo, atingindo de forma geral a sociedade, fauna, flora e até a economia dos países.
    É muito grande o número de desertos que vem surgindo a cada ano no mundo assim como tem ocorrido com freqüência ciclones fora de época que devastam diversas áreas urbanas. As conseqüências mais visíveis desta tragédia que está acontecendo e aumentando a cada dia é de fato o aumento dos níveis dos oceanos e isso causará o desaparecimento de muitas cidades litorâneas daqui um século, o aumento da temperatura faz com que o planeta inteiro se prejudique além de causar o desequilíbrio do ecossistema causando a morte de diversas espécies, aumenta o desmatamento (devido as queimadas causadas pelo tempo seco e quente), desaparecimento de florestas gerando mais problemas, fazendo com aumente as áreas desertas na Terra. Os cientistas acreditam que o aquecimento global está ocorrendo há mais de 150 anos atrás devido principalmente ao efeito estufa causado pelo homem pelo aumento de poluentes antopogênicos causando buracos na camada de ozônio que é uma proteção contra os raios solares, uma vez que a proteção não age como deveria causa danos a Terra porque sem esta proteção o planeta simplesmente não existiria, não haveria vida.

    Efeito Estufa

    Controla a temperatura da Terra sem ele o ser humano não sobreviveria a índices negativos de temperatura.A energia que é absorvida na superfície da Terra faz com que sejam absorvidos os raios solares que refletidos aquecem a Terra e que depois voltam para o espaço. Contudo por conta das mudanças climáticas que estão ocorrendo, nosso planeta corre o risco de sofrer sérios aumentos em sua temperatura, assim como aumento do nível dos oceanos por causa das chuvas incessantes, além de haver descongelamento das calotas polares ocasionando na morte dos animais marinhos. As queimadas e o desmatamento das florestas causariam a extinção de inúmeros animais, e apenas alguns sobreviveriam adaptando-se as novas condições climáticas.Os biomas se alterariam e ainda ocorreriam mais tragédias, portanto preserve o planeta o quanto antes senão as gerações futuras sofrerão as consequências.

    Dióxido de Nitrogênio

    O dióxido de azoto ou dióxido de nitrogênio é um composto químico constituído por dois átomos de oxigénio e um de azoto; a sua fórmula química é NO2.Gás de cor acastanhada ou castanho-avermelhada, de cheiro forte e irritante, muito tóxico, é um poderoso oxidante que, nas reações na atmosfera pode dar origem a ácido nítrico, bem como a nitratos orgânicos que contribuem para fenômenos com elevado impacto ambiental, como as chuvas ácidas e a eutrofização de lagos e rios. Desempenha um papel fundamental no ciclo químico do ozono. O NO2 é um gás irritante para os pulmões e diminui a resistência às infecções respiratórias. Os efeitos às exposições de curto prazo ainda não são bem conhecidos, mas a exposição continuada ou frequente a níveis relativamente elevados pode provocar tendência para problemas respiratórios em crianças e grupos de risco como os asmáticos. Ele pode ser formado nas reações de combustão dos motores a explosão, na queima de querosene, a partir da reação de ácido nítrico(em excesso) com alguns metais (como a prata), ou a partir da reação de óxido nítrico (NO) com oxigénio (O2). O dióxido de azoto existe em equilíbrio com o tetróxido de nitrogênio N2O4.

    Óxido Nitroso

    O óxido nitroso (N2O) é o mais antigo agente inalatório utilizado no mundo, conferindo características farmacocinéticas específicas e desejáveis a um agente analgésico e sedativo para procedimentos médicos e odontológicos. É um gás inodoro que apresenta baixa potência, devendo ser combinado com outros agentes para reduzir a dor, sendo de rápida indução e recuperação apresentando boa ação analgésica, entretanto, pode existir risco de depressão da medula óssea com administração prolongada e hipóxia (conhecido como efeito do segundo gás) durante recuperação, devido a transferência de gás do sangue para os alvéolos reduzindo a pressão parcial de O2 pulmonar sendo relevante para pacientes com doenças respiratórias. Os efeitos analgésicos provenientes da administração do N2O variam de acordo com a curva individual e dos sinais clínicos identificados no paciente. Será discutido o uso do N2O em pacientes com cardiopatias, bem como sua indicação e aplicação na clínica odontológica.

    Enxofre

    Óxido de Enxofre

    Um óxido é um composto químico binário formado por átomos de oxigênio com outros elementos. Os óxidos constituem um grande grupo na química pois a maioria dos elementos químicos formam óxidos. Alguns exemplos de óxidos com os quais convivemos são: ferrugem (óxido de ferro III), gás carbônico (óxido de carbono IV ou dióxido de carbono), cal (óxido de cálcio). Nos óxidos, o elemento mais eletronegativo deve ser o oxigênio. Os compostos OF2 ou O2F2 não são óxidos pois o flúor é mais eletronegativo que o oxigênio. Estes compostos são chamados fluoretos de oxigênio.

    Dióxido de enxofre

    Entre as muitas aplicações do dióxido de enxofre, se destacam as seguintes: preservante para cervejas, vinhos e alimentos; na manufatura de sulfitos; na extração de solventes de óleos lubrificantes; na indústria de papel e celulose para fabricação de papel sulfite; como reagente em sínteses químicas; como agente refrigerante na indústria de gelo e como agente desinfetante e fumigante. O dióxido de enxofre é também utilizado em pequenas quantidades na preparação de misturas padrão para calibração e ajuste de instrumentos de monitoramento na área de controle ambiental.
    A dióxido de enxofre é um gás tóxico e corrosivo na presença de umidade, agindo principalmente no sistema respiratório, exercendo uma ação corrosiva e causando grande irritação. Sua inalação causa irritação da garganta, tosse, dificuldades respiratórias, constrição da caixa torácica, inflamação aguda do sistema respiratório e edema pulmonar. Sua presença no ar causa irritação nos olhos imediatamente.
    No Brasil o anexo número 11 da Norma Regulamentadora 15 (NR 15) determina que no ambiente de trabalho a concentração máxima para uma exposição semanal de até 48 horas é de 4 ppm e na caracterização desta situação o ambiente é considerado com grau de insalubridade máximo.
        A inalação de dióxido de enxofre em altas concentrações (acima de 150 ppm) produz um acesso de tosse violento devido a sua ação nas vias respiratórias além de forte irritação nos olhos. Se não for possível escapar rapidamente do local, a vítima sofrerá forte irritação dos pulmões, edema pulmonar e até mesmo a morte.
    A exposição a altas concentrações do gás podem causar queimadura nos olhos. O contato direto dos olhos com dióxido de enxofre líqüido causará queimaduras muito serias nos olhos. O contato do dióxido de enxofre com a pele, dependendo da intensidade, poderá causar irritação ou queimaduras.

    Trióxido de enxofre
       
    O trióxido de enxofre (SO3) é um líquido oleoso, incolor e claro, mas pode conter uma leve opacidade e parecer de coloração branca a marrom claro. Quando manipulados normalmente, o SO3 e os óleums possuem uma alta pressão de vapor; os vapores de SO3 reagem com a umidade do ar e produzem nuvens de ácido sulfúrico densas e brancas.
    São duas categorias de SO3: estabilizado e não estabilizado. A categoria de SO3 estabililzado contém uma pequena quantidade de um estabilizante para retardar a formação de formas alfa e beta (de fusão elevada) indesejáveis.

    Óxido Nítrico


    É um radical livre, gasoso, inorgânico, incolor, que possui sete elétrons do nitrogênio e oito do oxigênio, tendo um elétron desemparelhado. Até meados da década de 1980,o NO era considerado apenas membro de uma família de poluentes ambientais indesejáveis ecarcinógenos potenciais. Atualmente, o NO constitui um dos mais importantes mediadores de processos intra e extrcelulaares. Este radical é produzido a partir da L-arginina, por uma reação
    mediada pela enzima NO-sintase constitutiva (c-NOS) e induzível (i-NOS). O NO apresenta um papel dúbio, às vezes benéfico, outras vezes prejudicial ao organismo. Está envolvido no relaxamento vascular e tem um papel de grande importância na proteção do vaso sangüíneo. Constitui um importante mediador citotóxico de células imunes efetoras ativadas, capaz de destruir patógenos e células tumorais. Possui, ainda, um papel como mensageiro/modulador em diversos processos biológicos essenciais. No entanto o NO é potencialmente tóxico.
     A toxicidade se faz presente particularmente em situações de estresse oxidativo, geração de intermediários do oxigênio e deficiência do sistema antioxidante. A determinação laboratorial do NO é complexa, e a caracterização de ativadores e inibidores específicos da síntese de NO constitui o novo desafio para o entendimento e o tratamento de várias doenças. Estudos envolvendo o NO têm sido um dosprincipais alvos da indústria farmacêutica.

    Óxido de Nitrogênio

    Uma vez emitido, o óxido de Nitrogênio (NO) se transforma em NO2 em seguida às reações que ocorrem na atmosfera. Essas reações podem levar horas, até mesmo, dias. Mas, em condições climáticas específicas, pode ocorrer rapidamente a formação de excesso de ozônio por oxidação fotoquímica, devido à presença dos óxidos de nitrogênio na atmosfera. Esses óxidos contribuem para a formação de ácidos na atmosfera e são, em parte, também responsáveis pelo fenômeno conhecido como chuvas ácidas. Para combater esse problema e seus efeitos, um processo muito utilizado atualmente é o de redução catalítica dos óxidos de nitrogênio (processo SCR). Esse processo consiste em injetar amônia (NH3) no fluxo dos gases para transformar de modo acelerado no contato com a superfície do catalisador os óxidos de nitrogênio contidos no efluente gasoso, gerando dois componentes, ou sejam: nitrogênio (N2) e água (H2O).

    Funcionamento e princípios de construção
     
    A quantidade de amônia necessária para a redução dos óxidos de nitrogênio é misturada no fluxo gasoso antes do mesmo entrar no reator. O fluxo gasoso, por meio de divisórias é dividido em partes iguais na seção transversal do reator e percorre as diversas camadas de catalisador.

    quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

    Poluentes Atmosféricos
    Óxidos de carbono
    Por: Priscilla Dantas

    Monóxido de carbono (CO): é um gás inflamável, incolor e inodoro, ele é produzido pela queima incompleta de combustíveis fósseis (carvão vegetal e mineral, gasolina, querosene e óleo diesel). As queimadas, que ocorrem em florestas do mundo todo, também lançam na atmosfera milhões de toneladas de monóxido de carbono. Em pequenas quantidades pode causar enxaquecas, lentidão de raciocínio, irritação nos olhos e perda de habilidade manual. A inalação de níveis de CO mais elevada pode levar aos seguintes sintomas: náuseas, convulsões, perdas de consciência e, em situações mais graves, pode levar o indivíduo a óbito por asfixia, isso ocorre, pois quando inalado, o monóxido de carbono chega aos pulmões e pode se combinar com as moléculas de hemoglobina nas células vermelhas do sangue. O papel usual desempenhado pela hemoglobina é o de se combinar com o oxigênio e transportá-lo pelo corpo, mas o monóxido de carbono se combina com a hemoglobina cerca de 300 vezes mais facilmente que o oxigênio. Isso impede as células vermelhas do sangue de transportar oxigênio pelo corpo e consequentemente, impede a respiração nos tecidos.

    Dióxido de carbono (CO2 ): também conhecido como gás carbônico, é uma substância química formada por dois átomos de oxigênio e um de carbono. É um gás importante para o reino vegetal, pois é essencial na realização do processo de fotossíntese das plantas (processo pelo qual as plantas transformam a energia solar em energia química). Este gás é liberado no processo de respiração (na expiração) dos seres humanos e também na queima dos combustíveis fósseis (gasolina, diesel, querosene, carvão mineral e vegetal). A grande quantidade de dióxido de carbono na atmosfera é prejudicial ao planeta, pois ocasiona o efeito estufa e, por consequência, o aquecimento global. Se inalado, em grande quantidade, pode provocar irritações nas vias aéreas, vômitos, náuseas e até mesmo morte por asfixia (o que ocorre geralmente nos incêndios).
    Fontes:
    http://www.brasilescola.com/quimica/monoxido-carbono.htm
    http://www.suapesquisa.com/o_que_e/dioxido_de_carbono.htm
    http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc09/atual.pdf
    O QUE É QUÍMICA AMBIENTAL?

    Por: Priscilla Dantas
           
     A Química Ambiental originou-se da Química clássica e hoje é uma ciência interdisciplinar por envolver não só as áreas básicas da Química como também a Biologia, a Geologia, a Ecologia e a Engenharia Sanitária. A Química Ambiental estuda os processos químicos (mudanças) que ocorrem no meio ambiente. As atividades humanas inadequadas, sejam em indústrias ou nos próprios lares, têm gerado efluentes e resíduos: sólidos, líquidos e gasosos, que acabam tendo seu destino final na atmosfera, nos solos e nas águas. Como essas transformações ameaçam o meio ambiente, há uma grande preocupação em entender os processos que as envolvem. A Química Ambiental existe justamente para isso, ela abrange os mecanismos que definem e controlam a concentração das espécies químicas que precisam ser monitoradas. Através da detecção dos problemas em determinado local da natureza, é possível prevenir um estrago maior no meio ambiente.

    Fontes:  http://www.uenf.br/uenf/centros/cct/qambiental/
                 http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/quimica-ambiental.htm